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    17-02-2003

    Cloreto de benzalcônio: prós e contras são apresentados em simpósio

    O último Congresso Brasileiro de Alergia e Imunopatologia, realizado em novembro, discutiu, entre outros assuntos, estudos que indicam que o conservante mais utilizado em medicações tópicas nasais pode apresentar efeitos nocivos à mucosa nasal.

    O cloreto de benzalcônio, um dos conservantes mais utilizados em descongestionantes nasais, vem sendo empregado desde 1935 em adultos e crianças, não apenas sob prescrição médica, mas freqüentemente de forma livre, por iniciativa de compra do próprio paciente, acreditando ser o medicamento inofensivo para a saúde.

    Cristina Miuki Abe Jacob, chefe da Unidade de Alergia e Imunologia do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP, e moderadora do Simpósio que debateu o assunto, alertou que "desde a década de 80, vários relatos da literatura científica têm mostrado possível efeito sobre a mucosa respiratória, apontando que pode haver efeito broncoconstritor quando o cloreto de benzalcônio é inalado, com queimação, dor, sensação de sabor e odor desagradáveis, ressecamento e irritação, logo após as primeiras aplicações. A chamada rinite medicamentosa (ou de rebote), que era atribuída somente aos descongestionantes tópicos nasais, parece também ser ocasionada pelo cloreto de benzalcônio".

    Alguns especialistas estão recomendando soluções para nebulização sem cloreto de benzalcônio (ou mesmo soluções salinas sem conservantes) formuladas em condições estéreis e disponíveis em frascos de dosagem unitária.

    Um estudo publicado na revista Clinical and Experimental Allergy, em 1995, alertou que a presença do cloreto de benzalcônio no medicamento, além de não resolver o problema, poderia agravá-lo, ocasionando uma nova alergia.

    Fonte: Paraná on line (14/02/2003)

    Para saber mais a respeito, clique em:
    Clinical and Experimental Allergy
    Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia


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